Curiosidades da Ginástica

Magnésio – Carbonato de Magnésio
Em pó ou em cubos compactos o magnésio é utilizado para aumentar a aderência e diminuir a sensação escorregadia dos exercícios nas barras. Ele também é utilizado por ginastas transpiram demais nas mãos e pés. O magnésio deve ser usado com moderação em todos os aparelhos sendo que na trave e no solo com pequenas marcas como um “X” orientando os elementos acrobáticos mais difíceis. O uso incorreto é considerado uma falha pequena com o desconto de um décimo na nota final do respectivo aparelho. Geralmente no tempo regulamentar de preparação das barras, as colegas de equipe ajudam a companheira que se apresentará, preparando o barrote com uma “papinha”, água ou melado mais o pó de magnésio. A mistura deve ficar na medida certa conforme cada gosto. Nem muito molhada nem muito seca. Just perfect!

Descontos: por utilização incorreta de magnésio – por ginasta – por aparelho  = 0,10

 

Uniforme feminino e masculino
O uniforme correto de competição para as meninas é o collant, de mangas compridas ou sem elas, não deve ser transparente, e vestir de forma elegante. Os decotes não podem ultrapassar a linha média do esterno (esse ossinho acima do estomago) e nem a linha inferior das escapulas (aqui atrás). A cava da perna do collant não pode ultrapassar a linha dos Ílios do quadril (máximo). A identificação nacional ou emblema deve estar centralizado na altura do esterno ou peito, ou em uma das mangas segundo as regras mais recentes de publicidade da FIG, também sob estas normas, a ginasta poderá usar logotipos, propagandas e identificações  de patrocinadores que sejam permitidos. Em competições por equipes as ginastas devem usar collant idêntico ou a equipe será descontada em três décimos. Não é permitido o uso de jóias (pulseiras ou colares) exceto brincos pequenos. Devem usar os números dorsais, fornecidos pelos organizadores conforme as especificações da FIG.

O uniforme masculino inclui uma versão do collant chamada leotard, geralmente em lycra com um corte peculiar cem mangas, sem cava nas pernas nem no peitoral. Ele é acompanhado obrigatoriamente de short ou de calça dependendo do aparelho. Solo e salto short e os demais aparelhos de suspensão e apoio a calça. Podem ser em cores diferentes mas também devem apresentar a identificação nacional, neste caso, centralizado na altura do esterno ou peito.

Descontos: Collants não idênticos (para as ginastas da mesma equipe) – 1x – da nota total da equipe = 0,30

 

Sapatilhas
As sapatilhas assim como os protetores de mãos não são acessórios obrigatórios, mas são permitidos, com ou sem meias.  Homens e mulheres vestem, mas para a trave existe um modelo especial com um elástico que cruza no peito do pé dando maior mobilidade aos pés e ao mesmo tempo melhor estética. Hoje em dia já existem sapatilhas tonalizadas. Uma recomendação não só para as bandagens, mas também para este tipo de acessório, de modo a não desviar a atenção nem dos árbitros nem do público para além do ginasta como um todo, obscurecendo a plástica e a estética da ginástica. Para alguns a sapatilha dá mais segurança, mas para outros ao contrário gera instabilidade, falta de aderência dos pés ao aparelho. Do mesmo modo para uns ela beneficia o alinhamento dos pés já para outros prejudica a terminação com ponta dos pés.

 

Prancha ou trampolim
A prancha é um aparelho auxiliar para o salto e também para as entradas na trave e nas paralelas. Os modelos atuais possuem molas que proporcionam ainda mais impulsão. Não se utiliza a prancha no solo em competição. Ela pode ser colocada a qualquer distância do aparelho, conforme a conveniência de cada ginasta. Geralmente os ginastas têm uma medida padrão para o exercício que utilizarão a prancha. Esta medida é feita com os pés e marcada com um esparadrapo facilitando a visualização de quem estiver encarregado de ajeitá-la.

 

Música Tema
A música de uma coreografia de solo feminino deve ser muito bem pensada e mixada e deve favorecer a personalidade da ginasta. Ginastas mais lânguidas tendem a usar músicas mais melodramáticas enquanto ginastas explosivas, músicas mais marcantes e animadas. Em qualquer dos casos, ela deverá ter de 70 a 90 segundos. A ginasta pode começar seus movimentos alguns acordes depois do início, mas deverá terminar exatamente com o acorde final.

 

Piso Solo
O tablado mede 12 m2 e delimitado por uma faixa branca que reserva um espaço de segurança, mas que se pisada além, enseja descontos. Existe para isso o árbitro de linha que  é o único responsável por constatar tal infração e repassá-la ao árbitro 1. As séries modernas apresentam mais de 3 seqüências acrobáticas. As exigências do código feminino são diferentes das do masculino.

Descontos: de 0,10 da nota final se for apenas um pé. Se for um passo e em seguida o outro pé 0,30 e se for a chegada do salto diretamente nesta zona é de 0,50.

 

Mesa ou Cavalo
Até os Jogos Olímpicos de Atlanta ainda saltava-se sobre o cavalo. Com vistas a proporcionar mais segurança e claro ainda mais impulsão, foi desenvolvido o que vemos hoje. A mesa de salto. Com muito mais área de superfície e um design mais seguro, principalmente para os saltos de abordagem de costas para o aparelho, a evolução e estabilidade dos saltos com maior dificuldade é notória. A mesa conquistou os ginastas desde as olimpíadas de Sidney 2000.

 

Maquiagem e Cabelo
A estética sempre esteve presente na ginástica artística como o nome mesmo já diz. As ginastas, embora cada uma com seu estilo próprio de cabelo e maquiagem, sempre se preocupam com a aparência. Umas são adeptas dos rabos de cavalo, outras preferem coques. Antigamente se via muito as marias-chiquinhas e até tranças. Sempre com gel ou spray para conter os fios rebeldes e ter menos uma coisa com que se preocupar. A maquiagem é a gosto do freguês. Mas nunca pesada, teatral. Algo mais leve.

 

Julgamento – Pontuação – Mesa de Arbitragem
O Painel de arbitragem é dividido em A e B. Sendo o A, responsável pela nota de conteúdo, isto é, 9 valores de dificuldades mais a saída (PA) (8 + giro e saída na TRA), exigências de grupos de elementos e ligações que recebem bonificações, e o B, os descontos de execução, composição e apresentação artística, partindo sempre de 10,0. Por isso, a soma da nota gira em torno de 14 ou 15.

A atual filosofia com relação ao conteúdo e combinação do exercício estimula a dar ênfase na maestria da coreografia de dança e de acrobacia, apresentadas de forma artística.

Em competições oficiais geralmente são seis árbitros. Quando se trabalha com quatro Árbitros, eliminam-se as duas deduções, mais alta e da mais baixa, as duas deduções intermediárias são somadas e divididas por dois.

O Código de Pontuação contém as  Tabelas de Elementos, específicas para cada aparelho (Artigos 9-11), nos quais cada elemento se identifica com um número multidigital. No feminino:
– 101 a 199 = Dificuldade-A
– 201 a 299 = Dificuldade-B
– 301 a 399 = Dificuldade-C
– 401 a 499 = Dificuldade-D
– 501 a 599 = Dificuldade-E
– 601 a 699 = Dificuldade-F
– 701 a 799 = Dificuldade-G

São considerados elementos diferentes aqueles que apresentam posturas de corpo e pernas diferentes e os que possuem números do código diferentes.

Princípio de direito: Se houver dúvida, A ginasta deve receber ligação direta ou indireta em seu benefício.

Todas as ligações devem ser diretas; somente no Solo as ligações acrobáticas podem ser indiretas.

– Ligações diretas são aquelas em que os elementos acrobáticos e/ou dança/acro se realizam sem:
• hesitação ou parada entre os elementos
• passo extra entre os elementos
• toque do pé na trave entre os elementos
• desequilíbrio entre os elementos
• balanço adicional de braços/pernas

– Ligações indiretas (somente para as séries acrobáticas no solo), são aquelas em que se realizam elementos acrobáticos com fase de voo e apoio nas mãos (do grupo 3, ex: rodante, flic-flac, etc, como elementos preparatórios) ligados diretamente entre mortais.

 

Julgamento – Principais descontos

Pequena Média Grave Muito Grave
Falhas 0,10 0,30 0,50 0,80
Apoio de 1 ou 2 mãos no colchão ou aparelho cd x 0,80
Queda sobre os joelhos ou quadril no colchão cd x 0,80
Queda sobre ou contra o aparelho cd x 0,80
Passos extras, pequeno saltito cd x X Max 0,70
Passo ou salto muito grande (1 metro guia) cd x X Max 0,70

Trave
Na Trave de Equilíbrio a ginasta deve realizar sua série entre 1,10 a 1,30 dispõe de apenas 10 segundos para retornar ao aparelho em caso de queda. Ela possui 10cm de largura por 5m de extensão e está a 1,25 do solo. Os elementos são: as entradas, os saltos ginásticos, o giro obrigatório, os elementos acrobáticos com vôo e a saída.

Notificação Escrita do Árbitro
Cronometrista para a Árbitro A1
– Ultrapassar o tempo de aquecimento (após aviso) Equipe X
– Para ginastas individuais X
– Iniciar o exercício com a luz vermelha acesa Gin/Evento “0”
– Não iniciar o exercício dentro dos 30 segundos após a luz verde acesa Gin/Evento X
– Exceder o tempo permitido após a queda (PA-30” TRA-10”) Gin/Evento Exercício Finalizado
– Ultrapassar o tempo limite estabelecido (TRA,SO) Gin/Evento <2”   >2”

 

Barras Assimétricas ou Paralelas Assimétricas
A Altura das barras é: inferior 1,65 e superior 2,45 e a separação entre elas é de até 140 cm e o colchão possui 25 cm. É permitido elevar a altura das barras mediante solicitação prévia, no caso de alguma ginasta esbarrar com os pés. (isso acontecia comigo). Pode usar colchão adicional de 10 cm e o treinador pode permanecer no podium por segurança. A ginasta tem 30 segundos para retornar ao aparelho em caso de queda e 50 segundo para aquecimento. É um aparelho que exige extrema destreza técnica da ginasta, com elementos de vôo, isto é de largada e retomada e não pode haver entre – embalos ou pausa do início ao fim.

 

Barra Fixa
A barra está a 2,55 metros de altura, por isso o treinador pode auxiliar o seu ginasta para que alcance a barra que é de ferro. Sempre dinâmica, a série de barra deve conter elementos próximos a barra, de vôo, com largadas e retomadas, em tomada “cubital” ou dorsal (forma de segurar a barra).

 

Argolas
As argolas estão na mesma altura do que a barra porém sua estrutura chega a 5 metros. É caracterizada pelo controle total e absoluto do corpo em movimento, sendo o principal objetivo realizar os elementos sem que as argolas se mexam. Dentre os obrigatórios estão os kipes e elementos de impulso, a parada de mãos, vindas da força ou do impulso, os embalos ao exercício de força e a saída de valor de dificuldade D.

 

Cavalo com Alças
O cavalo com alças, aparelho exclusivamente masculino, assim como as argolas, barra fixa e paralelas simétricas, possui 1,60 metros de superfície retangular com dois alções a mais ou menos um metro do solo.  Seus exercícios são caracterizados por muita força e equilíbrio, nos elementos de tesouras, giros em Fler, passagens laterais e transversais, coroamentos, combinações e saídas, que geralmente são câmbios na parada de mãos.

 

Barras Paralelas
Estão a 1,75 do chão. Os ginastas preparam os barrotes assim como as meninas o fazem nas assimétricas. E ajustam a distância das barras conforme a distância de seu antebraço.

O atleta deve realizar vários elementos, com apoio em ambas as barras, iniciados a partir de apoio braquial, de impulso à suspensão, oitavas e saídas. Assim como no feminino é um dos mais complexos tecnicamente.

 

Mãos calejadas
Quem assiste aquela  apresentação de gala de ballet, não pensa nos pés calejados das bailarinas do corpo de baile. Assim também acontece com os ginastas, mas neste caso os calos afetam as mãos. As mãos calejadas dos meninos e meninas da ginástica são realmente algo muito agressivo. Quando os calos já estão instalados muito que bem, mas até formá-los ou quando há um excesso de treinamento surgem as bolhas e às vezes chegam a descolar mais da metade da mão. E quando são de sangue, doem no âmago. Existe no mercado alguns bálsamos e pomadas que aliviam. Mas só o tempo cura.

 

Protetores de mãos para as barras
São permitidos o uso de protetores de mãos (courinho/estafa) nas paralelas. Um acessório muito usado pelos ginastas femininos e masculinos, mas não obrigatórios são os protetores de mãos conhecidos por nós como “estafas”, feitos em couro e com modelos diferenciados para cada aparelho como a barra fixa, as barras assimétricas, as barras simétricas e as argolas. É uma questão de costume. Há quem use uma estafinha de esparadrapo ou de gazes que tem um formato menor retangular e que se insere no dedo médio e prende-se no punho. Eu particularmente usava os protetores e os tenho guardado até hoje como recordação.

 

Suportes e bandagens
Este capítulo está bem claro no código de pontuação. Todo ginasta deve evitar ao máximo o uso de bandagens e suportes pelo corpo e quando for inevitável, devem ser o mais próximo da cor da pele do ginasta. Se for uma faixa a mesma deve estar muito bem presa sob pena de sofrer desconto caso ela comece a se desenrolar no meio da série, além óbvio de representar um enorme risco para o ginasta.

Faixas (devem combinar com a cor da pele) , e munhequeiras; estas devem estar bem presas e não devem atrapalhar a estética da apresentação.Não é permitido o uso de protetores nos quadris ou em outra parte do corpo.

Descontos: Almofadas de proteção incorretas ou anti-estéticas ensejam um desconto de 0,10 por ginasta por evento.

 

Elemento novo – para receber o nome do ginasta
Os técnicos e ginastas são incentivados a apresentar Saltos e Elementos novos que ainda não foram apresentados e /ou não estão na Tabela de Elementos.

Para que seja reconhecido como um novo elemento, o elemento deve ser executado com êxito (sem queda), porém antes devem ser enviados ao CTF por e-mail, fax ou correio em qualquer período do ano. O pedido de avaliação deve estar acompanhado de desenhos e figuras técnicas, assim como uma fita de vídeo cassete ou outros. Os Saltos e Elementos novos podem ser apresentados em qualquer competição internacional para a Diretora Técnica e/ou à Representante Técnica da FIG. A avaliação e decisão serão feitas nas reuniões técnicas antes da respectiva competição. As decisões são válidas apenas para a respectiva competição, porém deverão ser enviadas à Presidente do CTF para que seja revisada na próxima reunião pelo CTF. Estes novos elementos, etc. aparecerão pela primeira vez na Atualização do Código, somente quando já tiverem sido apresentados, confirmados e realizados em uma competição oficial da FIG.

 

Os Ginastas
– No início e na conclusão do seu exercício, a ginasta deve apresentar-se elevando os braços/mãos de forma apropriada à Responsável pelo Aparelho.

– A Ginasta deve certificar-se, antes do início da apresentação do seu exercício, que a luz verde esteja acesa ou que a Responsável do Aparelho tenha lhe dado um sinal visível, que indique a permissão para iniciar o exercício.

– A Ginasta deve iniciar o seu exercício, dentro de trinta (30) segundos após acesa a luz verde (em todos os aparelhos).

– A Ginasta deve abandonar o pódio imediatamente após o termino de sua apresentação.

– A Ginasta deve evitar qualquer comportamento indisciplinado e/ou abusivo; evitar abusar de seus direitos ou infringir os direitos de qualquer outra participante.

– Se a ginasta tiver necessidade de abandonar o ginásio de competição, deve notificar ao Júri Superior. A competição não pode sofrer atrasos em decorrência de sua ausência.

– Uma ausência injustificada do ginásio de competição resulta em desclassificação e devolução das medalhas.

– A Ginasta deve evitar comunicar-se com Árbitros em atividade durante a competição.

– A Ginasta deve participar da respectiva cerimônia de premiação, uniformizadas (collant de competição), de acordo com as regras de protocolo da FIG.

– Como ginasta reserva para a Competição II e III deve submeter-se às regras do RT FIG.

Juramento

“Em nome de todas as ginastas, prometo que participaremos neste Campeonato do Mundo (ou qualquer outro evento oficial da FIG) respeitando e cumprindo com as regras que a regem, comprometendo-nos para um esporte sem doping e sem drogas, num verdadeiro espírito esportivo, para a glória do esporte e honra das ginastas.”

 

O treinador
Ao Técnico não é permitido falar diretamente com a ginasta, fazer sinais, gritar ou atitudes similares durante o exercício. Obstruir a visão dos árbitros quando permanecer no podium para dar segurança na paralela ou quando retirar o trampolim, questionar o Painel-B com relação à avaliação durante a competição, envolver-se em discussões com árbitros em atividade dentro da área de competição e/ou com outras pessoas que estejam fora da área durante a competição. (exceção: médico da equipe, chefe de delegação) E caso viole ou apresente comportamento antidesportivo, poderá receber advertências e até suspensões.

O número de técnicos permitidos na competição Classificatória (C-I) e Final por Equipes (C-IV) são: 1 mulher e 1 homem ou 2 mulheres; se for somente um técnico, poderá ser homem, para equipes completas, para Países com 3, 2 ou 1 ginasta(s) individual(s) – 1 técnico (mulher ou homem); nas competições finais do Individual Geral (C-II) e por Aparelhos (C-III) para cada ginasta – 1 técnico (PA 2 pessoas).

Mas ele poderá  assessorar e aconselhar a ginasta durante o tempo intermediário de uma queda, debaixo do pódio no salto, paralela e trave, auxiliar a ginasta ou equipe sob sua responsabilidade no pódio, durante o período de aquecimento em todos os aparelhos, em particular.

• No salto para preparar o trampolim e o colar de proteção (2 técnicos)

• No salto, paralela e trave para posicionar o colchão suplementar de aterrissagem (2 técnicos)

• Na paralela para ajustar e preparar as barras (2 técnicos)

 

Cartão amarelo e vermelho também na ginástica
O Técnico/a que recebe uma sanção durante um evento tem direito a recorrer ao Júri de Apelação. Tal apelação deve ser feita o quanto antes no prazo máximo de uma hora, após ter recebido a sanção.

1ª infração = Cartão Amarelo

2ª infração = Cartão Vermelho, neste momento o técnico é excluído de todas as demais fases da competição.

 

Postura clássica e Apresentação do ginasta
Aquela postura com os dois braços elevados acima da cabeça, nariz arrebitado, peito estufado e uma pequena lordose, é a apresentação mais tradicional da ginástica feminina. Em verdade a postura de preparação de um exercício específico é totalmente inversa, com o corpo em alinhamento total. A Apresentação tradicional é feita ao árbitro principal da prova e ao aparelho, obrigatoriamente, antes e ao término da série ou do salto. A postura masculina pode ser feita com um braço elevado apenas ou com os dois abaixados próximos da coxa, com um movimento de curvatura da coluna, como se estivesse realmente cumprimentando o árbitro ou reverenciando o aparelho.

Descontos: Sem apresentação antes ou depois da série desconta 0,30 da nota final daquele aparelho.